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01/11/2018

QUINTA DO CARMO - CONVENTO Nª. SENHORA DAS RELÍQUIAS PARTE I

Continuando a visita de estudo  pela Vidigueira, vamos agora para a Quinta do Carmo. 


Ora bem chegámos à Quinta do Carmo, onde se situa o Convento de Nª. Sª. das Relíquias.
Datado dos finais do século XV, por volta do ano de 1496. Diz a lenda que este novo culto, terá tido origem na aparição da Virgem a uma humilde pastora, no lugar da Várzea, (lugar onde se situa o convento) em 1480- 1481 .


Aqui a fachada principal, e a porta que da para a Igreja do Convento. Mas não vamos entrar por aqui. 
Hoje ele é propriedade particular, e não se encontra aberto ao público pelo que para se visitar, tem que se entrar em contato com os donos e marcar a visita, para que eles nos abram a porta. A visita é acompanhada pelo dono, ou pela filha, e só vemos parte do monumento. A parte que não está habitada
Vamos contornar o monumento e ver a enorme área da quinta.



Aqui um cruzeiro pétreo do século XVII
A lateral do Convento. A toda a volta, uma profusão de verde...

Jardim
Nas traseiras do Convento,  temos esta imagem que retrata a pastora e a Nossa Senhora que terá aparecido em cima dum zambujeiro.
 Na várzea do Zambujal, local onde segundo a lenda, a Virgem Maria fez a sua aparição a uma pastorinha, foi erigida uma ermida que mais tarde foi entregue aos monges carmelitas de Moura, para que aqui estabelecessem um convento. A sua fundação encontra-se documentada por alvará expedido em Montemor pelo Rei D. Manuel a 7 de Janeiro de 1496. Aqui foi erigida uma pequena capela, que com a construção do convento ficou aqui apenas o arco do altar como recordação.
AQUI encontram a lenda de Nossa Senhora das Relíquias, que eu não vou contar aqui para não me tornar muito longa.
Damos uma volta pela quinta

até à Capela de Santa Luzia, já bem distante do Convento. É uma capela pequenina redonda, que tem no interior a imagem de Santa Luzia e uma moldura com a foto de um frade.
Pena que a foto do exterior da capela não ficou boa.  Parece que esta pequena capela terá sido construída para os frades que andavam na lavoura, poderem ter os seus momentos de oração sem terem que ir ao convento, o que dava uma grande perda de tempo entre o ir e vir.
Entre árvores, vinhas e olivais também há flores.
E já estamos a entrar no convento. Na altura da sua fundação, ele foi entregue a um grupo de frades do Convento Carmo de Moura.  Aqui nesta pequena capela se casaram os atuais donos do monumento,

os paramentos litúrgicos em exposição..
O teto
no átrio da Capela.



E vamos passar à parte que nos é mostrada do Convento pois o resto é habitação dos donos da casa.

E vamos passar ao interior do monumento
Aqui  neste convento estiveram os restos mortais de Vasco da Gama, antes de ser trasladado para o Mosteiro dos Jerónimos.
À entrada dos Claustros uma lápide escrita no português arcaico e ao lado a tradução.

E esta é uma primeira mostra. Haverá mais, mas não agora.

04/06/2017

PERDI-ME DE NOVO - RE-EDIÇÂO

A todos os amigos que participaram deste desafio o meu obrigada
Acertaram em todas, a Afrodite
Em  7 o João Menéres
Em 5 a Luísa.
1  Olinda Melo,  Gabi,   Rui Pires  

Participaram ainda   Tais Luso,   Anete,  Jaime Portela,  Jack Lins Lins,  Dorli, Papoila, Mister Vertigo,  Isa Sá


Bom dia amigos. Vocês já me conhecem, sabem que sou uma despassarada, que anda sempre a perder-se. Bom ontem andei o dia todo perdida. Para referência fotografei os locais, a ver se me podem ajudar. Vou dar algumas dicas. As quatro últimas fotos, foram tiradas do mesmo local. Como se chamará essa local e onde fica situado? Podem deixar as respostas nos comentários que estão moderados. Divirtam-se.

 Será uma casa? 
É uma casa.  Esta

Casa das histórias Paula Rego  em Cascais

 Este parque não mudou de nome.  Contrariamente a outros parques que após o 25 de Abril mudaram o nome, este parque de Cascais a dois passos da Casa das histórias, continua a ostentar o nome de...

Pois é...

 Será um forte ao fundo desta praia? 



Claro que lá ao fundo está o forte de S. Julião da Barra, e esta é a praia de Carcavelos.

Este forte tem nome de Santo, mas está carregado de tristes memórias. 

Forte de S. Bruno, em Caxias. a história da má memória, não tem a ver com presos políticos, esse foi o forte de D. Luis I, mas com o facto de se contar que este forte poderia impedir, ou pelo menos tentar impedir a armada francesa de alcançar Lisboa, quando das Invasões Francesas e não ter sequer disparado um tiro.

 Este não precisa de dica, pois não? 


Mosteiro dos Jerónimos pois claro
 E este também não


Os cavalos mitológicos da praça do Império frente aos Jerónimos.

 Aquilo do outro lado é a cidade de ...



Lisboa claro. Fotos tiradas da "Casa da Cerca" em Almada


 Esta espécie de cortina , muito bela por sinal, está integrada noma estufa

Claro que esta estufa é na "Casa da Cerca"


 Lá está a tal cidade...
de Lisboa vista dos jardins da Casa da Cerca
Os pescadores costumam ir para aqui à pesca...

Pois é... dois ângulos do Ginjal vistos lá de cima. 


04/12/2015

HOJE PERDI-ME POR AQUI

Igreja da (Senhora da Visitação ) Misericórdia. De estilo Barroco e rococó  data do séc, XVI
Fachada da Igreja de S. João do Alporão,  construída no séc XII. 
Pormenor da entrada, de arco perfeito que identifica o estilo românico da construção
Nave central da  Igreja de Santa Maria de Alcáçova
Pormenor da pintura de toda a Igreja em vermelho e branco, com relevo de grinaldas.
Peças de porcelana da Casa-Museu Passos Canavarro. A peça em primeiro plano, não está partida como pode parecer à primeira vista. Esta peça, era uma bacia, que se usava para os cavalheiros fazerem a barba. A parte que parece partida, era na realidade para receber o pescoço masculino.


Data de 1380 o início da construção do  convento de frades gracianos de Santo Agostinho.Anexa ao convento iniciou-se nesse mesmo ano a construção da Igreja da Graça. 
De estilo gótico, a Igreja é composta por três naves . Nela, em campa rasa, repousam os restos mortais de Pedro Alvares Cabral e o grandioso túmulo gótico flamejante de D. Pedro de Menezes e sua esposa D. Beatriz Coutinho. 
O senhor dos Passos, atrás do qual se encontra, um magnífico painel de azulejos
Portal da Igreja de Nª Senhora de Marvila. Do inicio da nacionalidade e restaurada inicialmente em 1244, a Igreja foi posteriormente reconstruída no séc XVI por ordem de D. Duarte.

O púlpito, numa coluna na nave central.
Conhecida como a Catedral do Azulejo, a Igreja é composta por três naves, e totalmente revestida a 
Azulejos, seiscentista, executados ente 1617 e 1642, em em enxaquetado azul e branco e ainda em composições de "tapete" azul e amarelo, obra do mestre Gaspar Gomes.

Como podem ver, nesta casa nasceu em 1555 D. Manuel de Sousa Coutinho, o Frei Luís de Sousa, imortalizado por Almeida Garrett
Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Colégio dos Jesuítas-Santarém-Portugal (sec XIX).


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