08/12/2016

VAMOS CONTINUAR?

Vamos continuar com a nossa visita? Reparem neste velho. Na expressão do seu rosto, nos seus olhos, ma posição das mãos. Não é uma beleza?

 Ampliando as fotos e olhando os quadros com atenção, nota-se a evolução, através dos tempos do retrato. No traço, nos tons, no olhar. Com a evolução, o olhar do modelo deixa de estar fixo. Ele acompanha-nos  nas deambulações pela sala.
 Aqui um expositor de medalhas. Numa época, em que a máquina fotográfica não existia, que o retrato era feito por pintores, que levava tempo e era caro, a maneira mais simples de ter o retrato eram nas medalhas. Acontece, que a medalha era feita por molde, e o molde que fazia uma , fazia um cento.
















Este passeio, ainda vai continuar...

07/12/2016

VOU LEVAR-VOS COMIGO...

Durante uns dias, vou levar-vos comigo num passeio por vários séculos, mostrando-vos um pouco do a evolução do retrato desde a civilização egípcia até aos nossos dias.  Aconselhando quem tiver hipóteses, que vá à Fundação Calouste Gulbenkian e veja ao vivo, já que as fotos que com muito boa vontade tirei, não primam pela qualidade e não passam de uma pálida amostra.

























No Desafio anterior, tratava-se das Termas de S. Pedro do Sul.  Como podem ver pelo comentário que acabei de libertar, o Rui Espirito Santo acertou imediatamente.

03/12/2016

E AGORA?

Ó Pra mim perdida aqui na margem do rio, Não tenho o meu amor lá daquela banda, mas tenho casas, que me poderiam dizer onde estou. Se eu tivesse um barco que me levasse lá...
Será que algum dos meus amigos me diz onde estou?




No post anterior,  eu andava perdida na Serra da Penha, como viram pela imagem da Santa. Em  Guimarães claro.
Obrigado ao RUI PIRES, RUI ESPIRITO SANTO, AFRODITE E PAPOILA, que identificaram o sitio  onde me encontrava e a cidade, lá em baixo.
 A DONETZKA  identificou a Nª Srª da Penha, mas não a cidade.






28/11/2016

POR MONTES E VALES, ESTOU PERDIDA!


Por montes e vales, me perdi hoje.  É um sítio montanhoso onde só encontro arvores e pedras. Esperem, além à frente há uma capelinha. Que pena, está fechada. bom vou ver se consigo encontrar a saída...

Olhem encontrei uma igreja aberta. Pena que esteja completamente vazia. Tinha esperança se encontrar alguém que me dissesse onde estou. Como se chamará esta Nossa Senhora?  Aparece representada com anjinhos como a Nossa Senhora da Conceição. Mas é diferente. Bom já que não aparece ninguém, vou continuar por aí perdida.

Ah! Mas o que é isto? Que grande povoação.  Parece uma cidade. Como se chamará? Pena que esteja tão longe? E tão lá no fundo.  E que não apareça ninguém para me dizer onde estou perdida e como sair daqui





NO DESAFIO ANTERIOR, ENCONTRAVA-ME JUNTO ÀS RUÍNAS DO CASTRO DA CÁRCODA, NA FREGUESIA DE CARVALHAIS, S. PEDRO DO SUL.
COMO SEMPRE O RUI ESPIRITO SANTO DO BLOGUE COISAS DA FONTE
IDENTIFICOU O LUGAR, EMBORA NÃO O POSSA PROVAR PORQUE MANDOU POR EMAIL. PEÇO A TODOS QUE QUEIRAM ENTRAR NOS DESAFIOS QUE DEIXEM A RESPOSTA NOS COMENTÁRIOS.

23/11/2016

17/11/2016

ZANZANDO POR AÍ




 O céu ameaça chuva. Todo o dia esteve assim, mais ou menos ameaçador, mas  chuva que é bom, nem uma gota. Ao fundo um cais.
 Uma ilhota?
Talvez. Quem sabe...
E lá vem um barco.

Por aqui passou um artista. E um velho armazém abandonado, ficou assim. A propósito, quem sabe o nome do antigo barco de pesca desta zona?

Um barco solitário. Diz um poeta amigo, que "Um barco preso ao cais, é sempre um sonho preso"

Pois aqui teremos vários sonhos presos.


E o desafio anterior foi resolvido pelo RUI do Coisas da fonte. Tratava-se doCastelo de Palmela.
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