07/01/2021
UM POUCO DO MEU BARREIRO
Em dias de sol sem nuvens, maré cheia e sol, estas fotos ficam com espetaculares espelhos de água
A antiga estação dos barcos do Barreiro que há muito se fala será um museu, mas que se deteriora de ano para ano sem que se tome uma decisão.
Os dos três moinhos de Alburrica, ex-libris do Barreiro. Segundo sei um dos dois únicos no mundo pelo seu sistema de pás. O outro fica na Holanda.
O passadiço que liga a cidade a Alburrica.
Algumas fotos do jardim dos Franceses o local ideal para as noivas fotografarem, pois fica ali mesmo ao lado da Igreja de Santa Cruz
Há tempos os bancos vermelhos foram adornados com parte de poemas de grandes poetas. Aqui um desses bancos
Quando as árvores são verdadeiras esculturas.
Aqui nesta frase, se resume o lema, da gente da minha terra
Três partes do enorme painel de VHILS retratando o trabalho e os trabalhadores naquela que foi em tempos a maior empresa do Pais CUF
O Mausoléu de Alfredo da Silva o fundador da CUF
Como este é o primeiro post deste ano, desejo um Bom Ano a quem por aqui costuma passar.
29/12/2020
MENSAGEM DE ANO NOVO
A todos os amigos que por aqui passem desejo-vos um Feliz 2021, com tudo o que desejarem. E especialmente, que a saúde nunca vos falte.
BENÇÃO CELTA
Que o caminho venha ao teu encontro.
Que o vento sopre sempre às tuas costas,
e a chuva caia suave sobre o teu campo.
E até que voltemos a nos encontrar,
que Deus te sustente suavemente
na palma da SUA mão.
Que vivas todo o tempo que quiseres,
e que sempre vivas plenamente.
Lembra sempre de esquecer
as coisas que te entristeceram,
e não esqueça de se lembrar
das coisas que te alegraram.
Lembra sempre de esquecer os amigos
que se revelaram falsos,
mas nunca deixes de lembrar
daqueles que permaneceram fiéis.
Lembra sempre de esquecer
os problemas que já passaram,
mas não deixes de lembrar
das bênçãos de cada dia.
Que o dia mais triste do teu futuro,
não seja pior que o mais feliz do teu passado.
Que o teto da tua casa nunca caia sobre ti,
e que os amigos debaixo dele nunca partam.
FELIZ 2021
24/12/2020
FELIZ NATAL
A todos que por aqui passem, desejo um BOM NATAL
Sei que este ano não foi fácil para nenhum de nós, apesar
disso, desejo que o vosso NATAL seja festejado com Amor, Saúde e PAZ.
21/12/2020
CONTOS DE NATAL
05/12/2020
PAINÉIS DE PINTURA DE ALMADA NEGREIROS
Cliquem nas imagens para poderem admirar os painéis.
A Gare marítima da Rocha do Conde de Óbidos, é um local cheio de história, por onde terão passado nos anos 60/70 a grande maioria dos mancebos portugueses. Por isso a grande maioria dos meus leitores portugueses, já os conhecem, mas eu não os conhecia, porque embora meu marido tivesse feito várias comissões por ser militar, como era fuzileiro sempre foi em barcos da Marinha Portuguesa, partia do Alfeite. O edifício da Gare Marítima, foi inaugurada em 1943. Terá sido construída, por dois motivos. Primeiro porque realmente fazia falta em Lisboa uma gare, já que os navios de passageiros não tinham um sítio decente onde desembarcar os seus passageiros. Segundo porque a Europa estava em guerra e Portugal que teoricamente era neutro, mas fornecia à Alemanha materiais como volfrâmio, açúcar e tabaco e por isso, Salazar precisava fazer algo que exaltasse o espírito português. Daí a construção desta sala de boas vindas, projetada e construída por portugueses, com mármores portugueses. Para dar maior realce, ao edifício foram encomendados painéis de pintura a Almada Negreiros. Estes painéis pintados eram uma inovação já que até aí eram sempre feitos em azulejos.
Almada Negreiros terá então pensado em lendas que exaltavam o espírito português e para isso começou por um tríptico, que conta a lenda da nau Catrineta, associada aos descobrimentos. No primeiro temos uma nau, com os marinheiros à mesa e os pratos vazios. Como sabem, na lenda, eles deitaram sortes para ver quem matariam, a fim de terem de comer. E logo a sorte foi cair no capitão que pede a um marujo, que suba ao mastro, para ver se via terra, numa tentativa de escapar da morte.
Nesta pintura se pode ver a nau, as três meninas e o cavalo.
Vencido o demónio pela fé do capitão, eis que chegam a terra. Esta pintura mostra a chegada a terra. Reparem que apesar desta lenda ser relativa aos descobrimentos, o pintor usou para "vestir" as pessoas, roupas da época. Anos 40.
Este painel representa o milagre da Senhora da Nazaré. Penso que todos conhecem a lenda, mas reparem na pintura. D. Fuas Roupinho está vestido com um traje de cavaleiro tauromáquico. Os pescadores e as mulheres têm igualmente roupas da época, apesar da lenda ser do século XII
Neste painel intitulado, "A terra onde nasci" vemos Lisboa. Todos sabemos que Almada Negreiros nasceu em S. Tomé e Príncipe, mas apesar de ter viajado muito, ele adotou Lisboa como a cidade do seu nascimento. Neste painel vemos que Lisboa nesta época era quase rural. Temos aqui uma igreja com um marujo e uma "sopeira" ele vestido da cor do mar, ela da cor da terra, um grupo de gente que pelas suas roupas serão burgueses fazendo um piquenique, um pequeno casario e as colinas nuas de edifícios. Conseguem imaginar Lisboa assim?
E agora temos outro tríptico com o titulo "quem nunca viu Lisboa, não viu coisa boa"
E neste primeiro temos as carvoeiras, Que Maria José Valério tão bem cantou, desembarcando o carvão das fragatas no Tejo.
E porque Lisboa sem o Tejo não teria o encanto que tem, neste painel o rio é exaltado, dando nome a um dos barcos.
Por último nesta pintura , se enlaçam a cidade e o rio, Lisboa representada pelo Castelo de S. Jorge e a igreja da Sé, o rio pelos barcos e os pescadores que separam as cavalas dos salmonetes.
Gostaram?
26/11/2020
UMA VISITA À FUNDAÇÃO RICARDO ESPÍRITO SANTO EM LISBOA
Ao fundo o Tejo eterno namorado da cidade, deita-se a seu lado acariciando-a com as suas ondas
Mesmo em frente à entrada uma estátua de S. Vicente o padroeiro da cidade.
Na oficina de passamanaria, ao centro, um tear muito antigo e original pois funciona de cima para baixo.Mostra de algumas das peças tecidas aqui. Muitas manualmente.
Nesta carpintaria se restauram peças muito antigas, como algumas de museu ou de colecionadores particulares. Mas também se fazem peças que são reprodução de outras também muito antigas. As tiras na parede, são amostras das várias madeiras utilizadas.
Aqui moldes para executar alguns dos trabalhados que conhecemos em certas peças.A caixa em cima da mesa apresenta múltiplas peças, algumas bem minúsculas. São as peças com que se fazem aqueles desenhos embutidos que vemos em algumas peças de mobiliário. O aquecedor elétrico serve para aquecer e dar o tom escuro na borda das peças.Nesta parede várias amostras dos tais desenhos embutidos.
Aqui um mestre mostra como apenas com um cinzel e um martelo se fazem as obras de arte que se veem na parede. A cinzelagem utiliza-se em vários metais, do ferro ao ouro.
Por hoje fico por aqui, espero que gostem.
22/11/2020
VAMOS A MAIS UM DESAFIO - REEDIÇÃO
2 Igreja Matriz de Vouzela - Vouzela
3 Sé Catedral de Leiria - Leiria
4 Igreja Santa Maria da Graça - Santarém
5 Igreja do Santo Condestável - Campolide - Lisboa
6 Santuário da Penha - Guimarães
8 Igreja de S. Sebastião - Lagos 9 Santuário do Senhor Jesus do Carvalhal - Bombarral10 Santuário de Nª Srª do Sameiro - Braga





































