15/05/2020

VILA VIÇOSA - MUSEU DOS COCHES NO PAÇO DUCAL PARTE I




 Por favor ampliem as fotos para verem melhor. Reparem neste espaço.  Sabem o que era? A Real Cocheira do Palácio.  Na foto de baixo pode-se ver as manjedouras em mármore.
 Hoje é o espaço onde se expõem dezenas de coches de que eu vou mostrar apenas  alguns.







































O Landau que transportava a família real, quando o rei D. Carlos e seu filho foram assassinados. Infelizmente a foto do coche por inteiro ficou estragada, e só tenho esta da porta, onde ainda se vêm buracos de balas.

14/05/2020

VILA VIÇOSA - A CHEGADA

Hoje  estou AQUI numa gentileza da Teresa do blogue Ontem é só Memória Se puderem passem por lá.

 Eu não conhecia Vila Viçosa, mas deve ser de todas as vilas e cidades deste país aquela que mais história encerra. Infelizmente a chuva também marcou viagem connosco. Acompanhou-nos em toda a viagem.
No caminho para Vila Viçosa, passamos pelo Anticlinal de Estremoz. Para terem uma ideia da grandeza desta fonte de mármore espreitem AQUI

 E chegamos a VILA VIÇOSA. Este imponente edifício, de 110 metros de comprimento, todo em mármore, data de 1501, e foi mandado construir por D. Jaime. Foi durante séculos, pertença da Casa de Bragança. Dele saiu em 1640 D. João IV, o rei que restaurou a Independência de Portugal, e deu início à IV dinastia.
Para quem estiver interessado  AQUI  podem ler a história..


 No largo do Paço a estátua equestre de D. João  IV
 Neste ângulo vê-se também a torre da Igreja que pertence ao palácio.
 Em frente do Palácio,  temos o Convento de Santo Agostinho, que infelizmente não pudemos visitar.
A foto que se segue, é como podem ver da lateral. da Igreja dos Agostinhos, integrada no Convento.


 À esquerda do Paço, aquilo que outrora foi um convento, e hoje é a Pousada do Convento.
AQUI podem visitar as instalações e quem sabe programar uma escapadinha.
 E entrámos na espaço do Palácio. Este como todos os outros bens, não são do estado, pois faziam parte da fortuna pessoal da Casa de Bragança, portanto do Rei D. Carlos, de seus filhos, e sucessores. Como sabem, com o assassinato do rei D. Carlos e de seu filho primogénito, toda a imensa fortuna de que eram possuidores passou para o seu filho mais novo, D. Manuel I exilado no estrangeiro após a implementação da República.
Em 1915, muitos anos antes da sua morte, D, Manuel II doou toda a sua fortuna a Portugal, mas não ao estado. O seu testamento era bem explícito e em vista disso, foi criada uma fundação, que gere todos os bens. AQUI a explicação sobre a fundação.
Se ampliarem esta foto, conseguirão ler a história do nosso último rei, D. Manuel II, que na primeira imagem, mais parece uma menina.




 Neste painel pode ver-se ao centro, D. Jaime, o fundador do Palácio. A partir daqui iniciamos a visita, e não há autorização para fotografar nada, pois pertencendo o Monumento a uma fundação, a mesma detém todos os direitos de imagens. Apenas nos permitiram, através de janelas, fotografar um pouco dos jardins, nas traseiras do palácio que o nosso apertado programa de visitas não nos permitiria visitar


 Estas duas fotos deixam antever a beleza destes jardins.


 Saindo pela porta da cozinha do Palácio, encontramos um pátio de claustro com um pequeno jardim no centro.
 Daqui se passa a outra parte que dá acesso  à antiga Real Cavalariça, onde estão dezenas de coches.


 Cá vamos nós.







 A igreja que se vê do Largo do Paço, mas que também não pudemos visitar


E pronto. Os coches ficam para a próxima postagem.

09/05/2020

ZANZANDO POR LISBOA. - MUSEU DE ARQUEOLOGIA DO CARMO. PARTE III



                                    A loja do Museu
A biblioteca. Na vitrina um Sarcófago e Múmia Egípcia: Dinastia Ptolomaica; século II a VI a. C.
     A Paixão do Senhor. Séc.XVIII Azulejaria Portuguesa.
           Duas múmias provenientes do Peru, século XVI

    De novo no exterior, agora a foto da porta por onde entrei e, para onde me encaminho para sair. Espero que tenham gostado.
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