19/04/2020
VOUZELA
A ponte de pedra mais alta de Portugal. Construída na segunda década do séc. passado esta ponte ferroviária sobre o rio Zela, servia o ramal de Viseu, ligando a linha do Vouga à capital do distrito. Desactivada na década de 90 é hoje um passeio pedonal, de onde se desfruta uma vista magnífica.Com 165 metros de comprimento, é constituída no seu todo por 12 arcos de tamanhos vários. O maior, de forma parabólica, abraça firmemente as margens do rio Zela, tendo de altura 27 metros e de vão (comprimento da base) 53 metros.
Não sei que se passou com este blogue que as fotos anteriores desapareceram todas, ou pelo menos eu não as vejo. Peço aos amigos que por aqui passem que me dizem se as vêm ou não. Muito obrigado
18/04/2020
AINDA A CIDADE DE LAGOS
Junto das muralhas o brasão da cidade
o mercado municipal
o monumento aos pescadores, agora visto de dia
o monumento aos mortos da grande guerra
a rua da Barroca. Talvez vocês não acreditem mas era até aqui que vinha o mar. Toda a imensa avenida e o edifício do tribunal que se vê do lado de lá do muro, foram construídos em terra roubada ao mar (melhor à ribeira de Bensafrim que vem desaguar ao oceano ali em Lagos)
O edifício amarelo, era o antigo cinema
O altar da Igreja de Santa Maria
Um dos dos altares laterais, com a imagem da Senhora da Piedade, de quem os lacobrigenses são muito devotos.
Exterior da Igreja de S. Sebastião
A nave principal da Igreja de S. Sebastião
Altar lateral dedicado a Nª Srª da Conceição e ao Senhor dos Passos
Outro dos altares laterais
Cá está o canal de que falei lá atrás. Do lado de lá a cidade do lado de cá a Meia-Praia, que o saudoso Zeca Afonso tornou famosa ao cantar "Os índios da Meia -Praia" Desta praia (ainda gostava de saber porque chamam aqueles quilómetros de areal Meia-Praia) reza a história que partiram as caravelas que descobririam a Índia. No museu de Santo António estão os documentos que o afirmam, bem como as vestes e os paramentos usados pelos sacerdotes na missa campal antes do embarque.
Aquele barquinho ao fundo, com toldo amarelo é o que faz a travessia dos banhistas da cidade para a praia.
O regresso da pesca, em direção à lota
Esta foto foi tirada, mais ou menos a meio da Meia-Praia, Pela distância a que vêm a cidade podem imaginar o tamanho desta praia.
De volta à cidade o largo da entrada do parque Dr. Júdice Cabral
Um auditório no preferido parque. Por trás dele as muralhas que circundavam a cidade em tempos antigos.
Aqui terminava a cidade. Podem ver as muralhas e o arco de saída. Esta colorida e bela casinha, era a casinha da água. Por trás dela, havia o bebedouro dos burros que transportavam as coisas do campo para a cidade. E no edifício ao lado, no quarto onde está aquela janela, nasceu meu marido há 77 anos.
Logo à saída das muralhas a primeira estação da Via Sacra que se estende por 2.100 metros até à Ponta da Piedade
Do lado de fora das muralhas toda a cidade nova. Esta zona verde pertence a um parque.
E aqui temos o faro da Ponta da Piedade
Aqui a Ponta da Piedade que há dois ou três anos foi considerada a mais bela praia do Mundo. A praia é minúscula, mas toda aquela zona, com as suas rochas de formas caprichosas a mais famosa das quais, o Sapato que vêm em primeiro plano, as águas límpidas e as grutas marítimas, fazem dela uma beleza que só quem faz a viagem num daqueles barquinhos pode conhecer na integra.
E pronto. Há muito mais que ver em Lagos e arredores, mas fica para uma próxima vez
15/04/2020
LAGOS - MAIS UMA VEZ
Monumento ao S. Gonçalo de Lagos sobre a praia da Batata.
Pronto era esta que eu queria. Monumento ao Mar na marginal á noite.
Peço desculpa. Dupliquei a imagem.
Muralhas da cidade á noite. No arco que se vê ao fundo, existe um pequeno nicho com uma imagem de S. Gonçalo de Lagos, pois segundo reza a história, foi aí que nasceu o santo que é o Padroeiro da Cidade.
Mercado de escravos. Reza a história que aqui eram negociados os escravos capturados em África e trazidos para Portugal. Aqui seriam vendidos não só para o País, mas para os senhores de escravos para o Brasil, e para a Europa. Essa mesma história se pode conhecer hoje pois o edifício é agora um museu sobre a escravatura .11/04/2020
PÁSCOA FELIZ
Que dentro das condicionantes que o covid 19 nos impôs consigamos ter uma Páscoa o mais feliz possível
09/04/2020
FERNANDO PESSOA
Neste tempo difícil de isolamento social, não há muito de novo para vos mostrar, embora tenha em stock muitas fotos de outros tempos
Assim sendo, eis aqui o registo fotográfico de um passeio de estudo realizado na quinta feira.
Antes da entrada na Casa em Campo de Ourique
A entrada para a Casa
Como sabem Fernando Pessoa se interessou por muitas coisas. Entre elas a astrologia. Eis a sua carta astral.
.Esta arca foi encontrada depois da sua morte cheia de escritos inéditos. Hoje ela contém os escritos rejeitados pelo poeta, encontrados amachucados em cestos de papéis.
O quarto onde o poeta viveu os últimos 15 anos da sua vida. Sobre a cama o seu chapéu
Um dos seus fatos e os sapatos
A sua máquina de escrever
Alguns dos seus objetos pessoais, entre os quais, os óculos
O seu retrato
Escadas de acesso ao piso superior onde se encontra o sonhatório
Colegas de estudo subindo as escadas. Por todo o lado imagens e mensagens do poeta
O seu bilhete de identidade
O poeta adorava ler e gostava de escrever nos livros as suas impressões.
O sonhatório. Neste espaço, de computadores, com simples toque de dedos pode ter acesso à vida do poeta, aos seus sonhos e ao seu amor por Ofélia.
Assim sendo, eis aqui o registo fotográfico de um passeio de estudo realizado na quinta feira.
Antes da entrada na Casa em Campo de Ourique
A entrada para a Casa
Como sabem Fernando Pessoa se interessou por muitas coisas. Entre elas a astrologia. Eis a sua carta astral.
.Esta arca foi encontrada depois da sua morte cheia de escritos inéditos. Hoje ela contém os escritos rejeitados pelo poeta, encontrados amachucados em cestos de papéis.
O quarto onde o poeta viveu os últimos 15 anos da sua vida. Sobre a cama o seu chapéu
Um dos seus fatos e os sapatos
A sua máquina de escrever
Alguns dos seus objetos pessoais, entre os quais, os óculos
O seu retrato
Escadas de acesso ao piso superior onde se encontra o sonhatório
Colegas de estudo subindo as escadas. Por todo o lado imagens e mensagens do poeta
O seu bilhete de identidade
O poeta adorava ler e gostava de escrever nos livros as suas impressões.
O sonhatório. Neste espaço, de computadores, com simples toque de dedos pode ter acesso à vida do poeta, aos seus sonhos e ao seu amor por Ofélia.
Aqui um curioso gráfico elaborado pelo poeta, sobre as linhas de elétrico que passavam passavam pela casa de Ofélia, e o tempo demorado no percurso.
Isto porque ele namorava no metro, e Ofélia tinha hora marcada de chegar a casa depois do trabalho, e nos anos vinte os pais eram muito rigorosos com as filhas. Conhecendo o trajeto mais longo e horários, eles podiam ficar um pouquinho mais de tempo juntos, antes de apanharem o elétrico, e depois Ofélia desculpava-se que se tinha enganado no elétrico
e tinha apanhado um dos mais demorados
Bom fim de semana
Etiquetas:
As minhas fotos,
Fernando Pessoa
31/03/2020
ARTE DE RUA - REEDIÇÃO
Olá. Boa tarde. Antes de mudar de post a resposta à pergunta que ninguém deu. Estas imagens encontram-se na passagem subterrânea do comboio Barreiro-Setúbal, na localidade da Baixa-da-Banheira.
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Em Janeiro acompanhei o marido a uma clínica a fazer uns exames e no caminho encontrei estes trabalhos. Alguém sabe onde se encontram?
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Em Janeiro acompanhei o marido a uma clínica a fazer uns exames e no caminho encontrei estes trabalhos. Alguém sabe onde se encontram?
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