Vir passear comigo? Ao longo de três ou quatro postagens, vou mostrar-vos um tesouro da nossa história. Não vos vou dizer onde estou, pode ser que alguns reconheçam o local. De qualquer modo na última postagem mostrar-vos-ei a cidade onde estou. Pode ser que queiram ir até lá de visita e ver ao vivo, ou quem sabe até, de férias.
14/01/2017
QUEM QUER; QUEM QUER...
08/01/2017
ORIENTE
Para quem sente fascínio pelo oriente. Fatos de samurai.
Algumas das famosas máscaras japonesas. São aterradoras lembram demónios. São máscaras de luta, e tinham duas funções. Primeiro esconder do opositor sentimentos que o rosto humano não consegue esconder, Segundo aterrorizar o opositor. Porque ninguém teria medo de uma máscara de anjo sorridente não é?
Os inro são cx herméticas, usadas no período Edo )1615 a 1668), que serviam para transportar medicamentos e outras substâncias perecíveis, já que o vestuário tradicional japonês não tinha bolsos.
Eram constituídas por um conjunto de pequenos compartimentos, sobrepostos, que se encaixavam uns nos outros. Estas caixas eram seguras entre elas, através de dois cordões, laterais, que passavam por um conjunto de orifícios situados em cada um dos lados das secções do inro. O inro era suspenso através destes cordões no obi, uma faixa que era usada cingida à cintura. Todo o conjunto era apertado com uma pequena conta, com um único orifício (ojime), presa na parte superior a uma peça que serve de remate. (netzuke). O netzuke, fica preso na parte superior da faixa, enquanto os cordões passam por trás desta ficando travados.
Embora os inro pudessem ser fabricados nos mais diversos materiais, ( marfim, osso, esmalte ou porcelana) eram geralmente construídos, com uma combinação de couro muito fino, madeira ou papel, que em seguida era revestido por sucessivas camadas de laca e decorado.
Duas belíssimas peças de madeira policromada, de origem chinesa , (dinastia Jin ou Yuan, século XIII, pertencentes à coleção Berardo
Maqueta da Sé de Velha Goa, com configuração anterior ao desabamento da torre norte, ocorrido em 1776. A construção deste grandioso edifício, uma das maiores catedrais construídas no espaço português, foi ordenada em 1562, para substituir a pequena igreja dedicada a Santa Catarina, onde em 1533 tinha sido instituída a Sede Episcopal. A direção de obras do edifício, esteve a cargo a partir de 1597 do arquitecto Júlio Simão.
Cruz
Goa segunda metade do século XVIII. Prata repuxada, puncionada e cinzelada, sobre madeira, com espigão de ferro.
A Igreja de Santana está sob os cuidados do World
Monuments Fund (Fundo Mundial de Monumentos). As reparações urgentes e o
fortalecimento dos alicerces ocorreram
em 2007, com a assistência do governo de Goa
China. Dinastia Ming, período Wanli (1573 a 1619) Porcelana Branca decorada a azul cobalto sob vidrado. A garrafa é uma peça, original. Cada face, delimitada por filete azul, apresenta um brasão de armas, muito semelhante ao do brasão dos Sanches, ditos de Vila Viçosa. A forma da peça é inspirada num protótipo de vidro europeu, forma também conhecida em faiança e grés europeus. Crê-se que tenha aa sua origem numa garrafa de sake Japonesa.
Paramento do Patriarca da Índias Orientais. D. Mateus de Oliveira Xavier. seda bordada com fios de seda torcida, policromos, a ponto pé de flor, de nós, matiz, cheio e cruz. Com aplicação de engastes de vidro colorido, verde azul e amarelo. Forrado de seda.
E por hoje é tudo. Talvez volte com mais algumas imagens, do oriente se vos interessar claro.
Bom Domingo
Algumas das famosas máscaras japonesas. São aterradoras lembram demónios. São máscaras de luta, e tinham duas funções. Primeiro esconder do opositor sentimentos que o rosto humano não consegue esconder, Segundo aterrorizar o opositor. Porque ninguém teria medo de uma máscara de anjo sorridente não é?
Os inro são cx herméticas, usadas no período Edo )1615 a 1668), que serviam para transportar medicamentos e outras substâncias perecíveis, já que o vestuário tradicional japonês não tinha bolsos.
Eram constituídas por um conjunto de pequenos compartimentos, sobrepostos, que se encaixavam uns nos outros. Estas caixas eram seguras entre elas, através de dois cordões, laterais, que passavam por um conjunto de orifícios situados em cada um dos lados das secções do inro. O inro era suspenso através destes cordões no obi, uma faixa que era usada cingida à cintura. Todo o conjunto era apertado com uma pequena conta, com um único orifício (ojime), presa na parte superior a uma peça que serve de remate. (netzuke). O netzuke, fica preso na parte superior da faixa, enquanto os cordões passam por trás desta ficando travados.
Embora os inro pudessem ser fabricados nos mais diversos materiais, ( marfim, osso, esmalte ou porcelana) eram geralmente construídos, com uma combinação de couro muito fino, madeira ou papel, que em seguida era revestido por sucessivas camadas de laca e decorado.
Duas belíssimas peças de madeira policromada, de origem chinesa , (dinastia Jin ou Yuan, século XIII, pertencentes à coleção Berardo
Maqueta da Sé de Velha Goa, com configuração anterior ao desabamento da torre norte, ocorrido em 1776. A construção deste grandioso edifício, uma das maiores catedrais construídas no espaço português, foi ordenada em 1562, para substituir a pequena igreja dedicada a Santa Catarina, onde em 1533 tinha sido instituída a Sede Episcopal. A direção de obras do edifício, esteve a cargo a partir de 1597 do arquitecto Júlio Simão.
Cruz
Goa segunda metade do século XVIII. Prata repuxada, puncionada e cinzelada, sobre madeira, com espigão de ferro.
Maqueta da fachada e lateral da Igreja de Santana (Talaulim) monumento religioso localizado no
distrito de Santana em Goa Velha, no estado indiano de Goa. Datada do
século XVII é mais um exemplo importante da arquitetura barroca portuguesa
construída no Estado da Índia.Após a anexação de Goa pela Índia em 1961, enquanto os
edifícios mencionados acima eram adotados como monumentos nacionais pelo
Serviço Arqueológico da Índia (ASI) e eficazmente ocupados, a Igreja de Santana
foi singularmente negligenciada e sofreu com os estragos do tempo e com a
negligência humana, tendo as partes da sua estrutura em condições
precárias.[carece de fontes]
China. Dinastia Ming, período Wanli (1573 a 1619) Porcelana Branca decorada a azul cobalto sob vidrado. A garrafa é uma peça, original. Cada face, delimitada por filete azul, apresenta um brasão de armas, muito semelhante ao do brasão dos Sanches, ditos de Vila Viçosa. A forma da peça é inspirada num protótipo de vidro europeu, forma também conhecida em faiança e grés europeus. Crê-se que tenha aa sua origem numa garrafa de sake Japonesa.
Paramento do Patriarca da Índias Orientais. D. Mateus de Oliveira Xavier. seda bordada com fios de seda torcida, policromos, a ponto pé de flor, de nós, matiz, cheio e cruz. Com aplicação de engastes de vidro colorido, verde azul e amarelo. Forrado de seda.
Bom Domingo
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As minhas fotos,
As minhas imagens
03/01/2017
1º DE JANEIRO DE 2017
Comecei 2017 em Peniche onde fui almoçar Polvo à Lagareiro. Adoro almoçar em Peniche. A comida é boa, os peixes sempre muito frescos e a relação preço-qualidade é fantástica.
Não bati muitas fotos. Tenho em casa centenas delas, pois vou lá muitas vezes. Aqui o monumento aos pescadores.
O dia estava cinzentão, o sol ainda não tinha dado um ar de sua graça, mas o mar estava calmo e os barcos presos ao cais
O tristemente célebre Forte de Peniche. Um dos sinistros locais de reclusão daqueles que lutavam contra o fascismo, durante o Estado Novo. Aqui esteve preso Álvaro Cunhal, que protagonizou a mais célebre fuga de todos os tempos. AQUI pode ler toda a história.
Acabado o almoço demos um saltinho ao Baleal, em cuja praia os surfistas se deliciavam
A cor do maar estava fantástica
Ao longe, na linha do horizonte, as Berlengas.
O marido estava cheio de frio...
Estas rochas são fantásticas. Parecem talhadas à mão por um caprichoso escultor.
Um abrigado recanto, esta pequena prainha.
Um belíssimo hotel
Panorâmica da rua principal
Estas casas equilibradas sobre a falésia, parecem desafiar o mar...
E agora que já recebi as energias do mar, vou para terra. O Gradil, um vale entre montanhas, no concelho de Mafra...
Um colírio para os olhos
A lembrar a paisagem açoriana...
A beleza dos aloés em flor...
E pronto. Assim foi meu primeiro dia de 2017. As fotos não estão muito boas, foram tiradas com o Smartphone, que está muito longe dos topos de gama, e o dia estava muito cinzento.
Não bati muitas fotos. Tenho em casa centenas delas, pois vou lá muitas vezes. Aqui o monumento aos pescadores.
O dia estava cinzentão, o sol ainda não tinha dado um ar de sua graça, mas o mar estava calmo e os barcos presos ao cais
O tristemente célebre Forte de Peniche. Um dos sinistros locais de reclusão daqueles que lutavam contra o fascismo, durante o Estado Novo. Aqui esteve preso Álvaro Cunhal, que protagonizou a mais célebre fuga de todos os tempos. AQUI pode ler toda a história.
Acabado o almoço demos um saltinho ao Baleal, em cuja praia os surfistas se deliciavam
A cor do maar estava fantástica
Ao longe, na linha do horizonte, as Berlengas.
O marido estava cheio de frio...
Estas rochas são fantásticas. Parecem talhadas à mão por um caprichoso escultor.
Um abrigado recanto, esta pequena prainha.
Um belíssimo hotel
Panorâmica da rua principal
E agora que já recebi as energias do mar, vou para terra. O Gradil, um vale entre montanhas, no concelho de Mafra...
Um colírio para os olhos
A lembrar a paisagem açoriana...
A beleza dos aloés em flor...
E pronto. Assim foi meu primeiro dia de 2017. As fotos não estão muito boas, foram tiradas com o Smartphone, que está muito longe dos topos de gama, e o dia estava muito cinzento.
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