14/03/2017

SETÚBAL - QUEREM VIR COMIGO ?

Hoje vou dar uma volta pela cidade, antes de chegar até chegar à Casa do Bocage, que ficará para a próxima visita. AQUI  se encontra a história da cidade, para quem estiver interessado.







                              Casa da Cultura




                          Monumento ao  poeta Bocage

Pórtico da Igreja de S. Julião---Setúbal

A Igreja de São Julião de Setúbal, situada na freguesia de São Julião, na Praça de Bocage, data da segunda metade do século XIII, tendo sido reconstruída no século XVI e muito afetada pelo terramoto de 1755, sendo reconstruída de novo no reinado de D. Maria I. Do edifício manuelino restam apenas 2 portais, sendo este o mais notável.

estes painéis de Azulejos que se vêm em muitas casas de Setúbal, sempre dedicados a uma figura divina, remontam ao século XVIII. Aquando do Terramoto de 1755, Setúbal sofreu além das derrocadas, grandes incêndios. Na reconstrução, os mais crentes puseram estes painéis como um pedido de proteção ao snato da sua devoção, para que nunca mais passassem por tamanha provação











           Portais manuelinos em mármore da Arrábida

Igreja de Santa Maria da Graça, Catedral de Setúbal. Aqui, se casou el-rei  D. João II


Uma parte de muralha no caminho para a porta de S. Sebastião

                          Uma porta de grande beleza

Setúbal era uma cidade sem castelo. Por via disso e para sua defesa, foi cercada por muralhas, das quais restam hoje alguns pedaços dispersos pela cidade. Aqui, uma das entradas na cidade. A porta de S. Sebastião.

                                Igreja de S. Sebastião

Miradouro de S. Domingos, ou de S. Sebastião, já que é conhecido pelos dois nomes, porque se situa no bairro de S. Domingos, perto da igreja de S. Sebastião.

Duas fotos tiradas de ângulos diferentes no Miradouro de S. Domingos


GOSTARAM DO PASSEIO?

07/03/2017

MUSEU DO TRABALHO - ÚLTIMA PARTE

Era uma vez uma mercearia grande e importante em Lisboa, com mais de cem anos, que os supermercados levaram à falência. Mas o dono pensou que um dia as gerações vindouras não saberiam como nos tempos antigos se faziam as compras.  Então fez uma proposta ao museu. Mudar para lá a mercearia, e o armazém. O museu aceitou e ela foi desmontada, e transportada para uma zona do museu, onde foi reerguida.  A história está aí (ampliem as fotos para lerem) e as fotos seguidas, sem legendas, para que o post não vos faça perder muito tempo. Reparem que até a lista de fiados lá está.
E reparem neste pormenor. O merceeiro usava nomes de código para designar os devedores. Não fora o caso de alguém ver a lista e ficar a saber.












 Alguém se lembra destas caixas registadoras?








 Quem se lembra destes carrinhos de gelados?
















02/03/2017

MUSEU DO TRABALHO - PARTE III

Aqui, a guia transformou  uma colega, em antiga trabalhadora, para nos exemplificar como se descabeçava a sardinha, que seria depois enlatada.  
Este monumento, reproduz um trabalhador, na descarga do peixe. Cá está o tal chapéu que transporta a canastra. 
A maquete da fachada da fábrica.
Aqui os carros que levavam as sardinhas para o forno, onde seriam cozidas a vapor
Parte superior do forno onde se pode ver o enorme termoacumulador , que alimentava o forno.
Aqui as tinas de lavagem e salgamento da sardinha.
E aqui fotografias das salinas que forneciam o sal. Em baixo, em várias fotos explicações sobre o a pesca .






As redes para a pesca
Aqui as várias litografias que as latas de conservam tinham no tampo.


Na próxima postagem, vou mostrar-vos uma coisa que existe neste museu e que eu penso ter sido uma ideia genial.

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