07/03/2017

MUSEU DO TRABALHO - ÚLTIMA PARTE

Era uma vez uma mercearia grande e importante em Lisboa, com mais de cem anos, que os supermercados levaram à falência. Mas o dono pensou que um dia as gerações vindouras não saberiam como nos tempos antigos se faziam as compras.  Então fez uma proposta ao museu. Mudar para lá a mercearia, e o armazém. O museu aceitou e ela foi desmontada, e transportada para uma zona do museu, onde foi reerguida.  A história está aí (ampliem as fotos para lerem) e as fotos seguidas, sem legendas, para que o post não vos faça perder muito tempo. Reparem que até a lista de fiados lá está.
E reparem neste pormenor. O merceeiro usava nomes de código para designar os devedores. Não fora o caso de alguém ver a lista e ficar a saber.












 Alguém se lembra destas caixas registadoras?








 Quem se lembra destes carrinhos de gelados?
















12 comentários:

  1. Foi muito legal conhecer contigo esse museu! Valeu! bjs, chica

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    1. Fico contente que lhe tenha agradado amiga.
      Um abraço

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  2. Verdadeiras relíquias!
    Adorei recordar e conhecer o espaço! Bj

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  3. Verdadeiras relíquias!
    Adorei recordar e conhecer o espaço! Bj

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    1. Quando passar por Setúbal, já sabe Gracinha.
      Abraço

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  4. Maravilhosas relíquias!
    Um feliz dia da mulher Elvira!
    Abraço

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  5. Uma ideia genial, esta de fazer perpetuar no tempo o que eram as mercearias de antigamente, principalmente pelos seus apetrechos !
    Teremos assim, uma Mercearia Museu ! ... e o curioso é, que já nos dias de hoje poderão ser alguns milhões os que não farão ideia de como funcionavam antigamente !
    Uma boa reportagem, Elvira ! :)

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    1. Também achei Rui. Muito interessante para quem nasceu na era das grandes superfícies.
      Abraço

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  6. Gosto de ver estes objetos de antigamente.

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    1. É muito interessante para os mais novos que não conheceram.
      Abraço

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  7. Ainda me lembro de algumas destas balanças... e uma ou outra caixa registadora, ainda se encontra por Lisboa... mais como peça decorativa, em algumas casas comerciais...
    Adorei ver esta sequência magnífica, que nos fez viajar ao passado!...
    Confesso que não me recordava da história da Mercearia Liberdade...
    Um trabalho fotográfico formidável, como sempre, Elvira!
    Beijinhos
    Ana

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