21/01/2021

VISITA DE ESTUDO A LEIRIA

 


LEIRIA, a cidade onde Eça de Queiroz viveu alguns anos, e onde escreveu o célebre romance, O Crime do Padre Amaro.

Chegamos a Leiria debaixo de uma chuva intensa. E frio. No largo tivemos que nos acolher sob os toldos de uma esplanada para escutar a Dra que nos servia de guia.



Um rápido olhar mostrava a praça deserta. Pudera com o frio que estava.

 O tempo começa a clarear, e a chuva intensa, passa a regime de aguaceiros. Aventuramo-nos a  seguir, a rota por onde andaram os nossos heróis.
 Aqui, nesta fachada deparamos com as primeiras pinturas, de algumas das cenas descritas no romance. Volta a chover mas agora não tão intensa.
 E mais uma cena. Vamos a caminho da Pensão da S. Joaneira, mãe da Amelinha. E aqui a cena da ida da Amelinha à Praia.
 Aqui neste azulejo se faz referencia à importância da cidade nas letras. Diz-se que Leiria foi a primeira cidade em todo o país a ter uma máquina de imprimir,  ainda no tempo do matemático 
português Pedro Nunes, no século XVI

E chegamos ao prédio, (a necessitar de uma intervenção urgente) onde se situara a Pensão. Na parte inferior, alguns trechos retratam passagens do livro.

Como o sonho da Amelinha, aqui descrito

 Ou a tentação, neste outro


 Na parte superior, uma biografia de  Eça de Queiroz. E vamos seguindo em frente, rumo ao Largo da Sé
 E mais um painel, noutra parede, retrata a cena, abaixo descrita . A Queda.
 Não esqueçam que devem ampliar as fotas para estas leituras.
 E vamos continuando
 Mais uma cena descrita no livro
 Penso que o pássaro não está no livro, ou pelo menos se está será numa passagem sem grande relevo para a história. Mas achei-o bonito.
 E cá temos a Sé
 Aqui a botica retratada no livro.  A botica  que como sabeis, se chama hoje, farmácia. Reparem na bela fachada de azulejos.

 No largo da Sé, antes de iniciar a subida para a torre sineira e para o castelo, lá bem no cimo, esta pintura , retrata os amantes.
E cá vamos nós a Caminho da Torre Sineira.

E aí a temos. Por hoje fico por aqui, nesta viagem a Leiria que vos mostrarei em próximas postagens

07/01/2021

UM POUCO DO MEU BARREIRO



Em dias de sol sem nuvens, maré cheia e sol, estas fotos ficam com espetaculares espelhos de água 
A antiga estação dos barcos do Barreiro que há muito se fala será um museu, mas que se deteriora de ano para ano sem que se tome uma decisão. 

Os dos três moinhos de Alburrica, ex-libris do Barreiro. Segundo sei um dos dois únicos no mundo pelo seu sistema de pás. O outro fica na Holanda.
O passadiço que liga a cidade a Alburrica.
Algumas fotos do jardim dos Franceses o local ideal para as noivas fotografarem, pois fica ali mesmo ao lado da Igreja de Santa Cruz




Há tempos os bancos vermelhos foram adornados com parte de poemas de grandes poetas. Aqui um desses bancos
Quando as árvores são verdadeiras esculturas.

Aqui nesta frase, se resume o lema,  da gente da minha terra
Três partes do enorme painel de VHILS retratando o trabalho e os trabalhadores naquela que foi em tempos a maior empresa do Pais CUF


O Mausoléu de Alfredo da Silva o fundador da CUF

Como este é o primeiro post deste ano, desejo um Bom  Ano a quem por aqui costuma passar.

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