Chegamos a Leiria debaixo de uma chuva intensa. E frio. No largo tivemos que nos acolher sob os toldos de uma esplanada para escutar a Dra que nos servia de guia.
Um rápido olhar mostrava a praça deserta. Pudera com o frio que estava.
O tempo começa a clarear, e a chuva intensa, passa a regime de aguaceiros. Aventuramo-nos a seguir, a rota por onde andaram os nossos heróis.
Aqui, nesta fachada deparamos com as primeiras pinturas, de algumas das cenas descritas no romance. Volta a chover mas agora não tão intensa.
E mais uma cena. Vamos a caminho da Pensão da S. Joaneira, mãe da Amelinha. E aqui a cena da ida da Amelinha à Praia.
Aqui neste azulejo se faz referencia à importância da cidade nas letras. Diz-se que Leiria foi a primeira cidade em todo o país a ter uma máquina de imprimir, ainda no tempo do matemático
português Pedro Nunes, no século XVI
E chegamos ao prédio, (a necessitar de uma intervenção urgente) onde se situara a Pensão. Na parte inferior, alguns trechos retratam passagens do livro.
Como o sonho da Amelinha, aqui descrito
E mais um painel, noutra parede, retrata a cena, abaixo descrita . A Queda.
Não esqueçam que devem ampliar as fotas para estas leituras.
E vamos continuando
Mais uma cena descrita no livro
Penso que o pássaro não está no livro, ou pelo menos se está será numa passagem sem grande relevo para a história. Mas achei-o bonito.
E cá temos a Sé
Aqui a botica retratada no livro. A botica que como sabeis, se chama hoje, farmácia. Reparem na bela fachada de azulejos.
No largo da Sé, antes de iniciar a subida para a torre sineira e para o castelo, lá bem no cimo, esta pintura , retrata os amantes.
E cá vamos nós a Caminho da Torre Sineira.
E aí a temos. Por hoje fico por aqui, nesta viagem a Leiria que vos mostrarei em próximas postagens











































