No caminho para Vila Viçosa, passamos pelo Anticlinal de Estremoz. Para terem uma ideia da grandeza desta fonte de mármore espreitem AQUI
Para quem estiver interessado AQUI podem ler a história..
No largo do Paço a estátua equestre de D. João IV
Neste ângulo vê-se também a torre da Igreja que pertence ao palácio.
Em frente do Palácio, temos o Convento de Santo Agostinho, que infelizmente não pudemos visitar.
A foto que se segue, é como podem ver da lateral. da Igreja dos Agostinhos, integrada no Convento.
À esquerda do Paço, aquilo que outrora foi um convento, e hoje é a Pousada do Convento.
AQUI podem visitar as instalações e quem sabe programar uma escapadinha.
E entrámos na espaço do Palácio. Este como todos os outros bens, não são do estado, pois faziam parte da fortuna pessoal da Casa de Bragança, portanto do Rei D. Carlos e de seus filhos. Como sabem, com o assassinato do rei D. Carlos e de seu filho primogénito, toda a imensa fortuna de que eram possuidores passou para o seu filho mais novo, D. Manuel I exilado no estrangeiro após a implementação da República.
Em 1915, muitos anos antes da sua morte, D, Manuel II doou toda a sua fortuna a Portugal, mas não ao estado. O seu testamento era bem explícito e em vista disso, foi criada uma fundação, que gere todos os bens. AQUI a explicação sobre a fundação.
Se ampliarem esta foto, conseguirão ler a história do nosso último rei, D. Manuel II, que na primeira imagem, mais parece uma menina.
Este painel pode ver-se ao centro, D. Jaime, o fundador do Palácio. A partir daqui iniciamos a visita, e não há autorização para fotografar nada, pois pertencendo o Monumento a uma fundação, a mesma detém todos os direitos de imagens. Ainda assim permitiram-nos através de janelas fotografar um pouco dos jardins, nas traseiras do palácio que o nosso apertado programa de visitas não nos permitiria visitar
Estas duas fotos deixam antever a beleza destes jardins.
Saindo pela porta da cozinha do Palácio, encontramos um pátio de claustro com um pequeno jardim no centro.
Daqui se passa a outra parte que dá acesso à antiga Real Cavalariça, onde estão dezenas de coches.
Cá vamos nós.
A igreja que se vê do Paço, mas que também não pudemos visitar
E pronto. Os coches ficam para a próxima postagem.












