30/10/2016
AI MEU DEUS QUE ME PERDI DE NOVO
Pronto, já me perdi de novo. Há alguém por ai que me possa ajudar dizendo que local ou locais são este, ou estes?
Peço desculpa ao Rui do blogue Coisas da Fonte e à Afrodite, do blogue Jardins da Afrodite, que adivinharam o sítio onde me encontrava na última vez. Infelizmente a publicação desapareceu, mas tratava-se da mamoa de Monte Calvo, um monumento fúnebre na serra da Freita.
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04/10/2016
PERDI-ME DE NOVO
Cá estou de novo completamente perdida e a precisar da vossa ajuda. Sei que é uma terra muito simpática, com um rio que agora está assim, todo zen, Na minha frente vejo o mesmo que vós. Nas minhas costas há uma ponte. Será que vocês me podem dizer onde estou?
Informo que vou estar ausente, e sem hipótese de vos visitar. Volto dia 18. Até lá, sejam felizes.
Informo que vou estar ausente, e sem hipótese de vos visitar. Volto dia 18. Até lá, sejam felizes.
25/09/2016
RECORDAÇÕES DE VERÃO
Réplica da Caravela da Boa Esperança
Barco a caminho da marina. A maré está vazia.
a ponte na horizontal de acesso pedonal
barcos de pesca e de férias
cruzam-se no canal
Este atravessa quem quer ir para a praia. Tem nome de meia-praia mas é uma das maiores do país.
E agora a ponte começa a erguer-se
E os barcos vão passando
mais um
E outro ainda. As pessoas vão-se acumulando de um e do outro lado do tabuleiro
Não há mais barcos de momento. Lentamente...
começa a baixar
E voltou a ser a ponte pedonal
As gaivotas fazem guarda ao passado na forma da caravela.
E regressam os barcos. Agora está maré-cheia
Reparem nesta imagem. O barco está ao nível da Avenida. Só a muralha impede as águas de avançarem.
Barco a caminho da marina. A maré está vazia.
a ponte na horizontal de acesso pedonal
barcos de pesca e de férias
cruzam-se no canal
Este atravessa quem quer ir para a praia. Tem nome de meia-praia mas é uma das maiores do país.
E agora a ponte começa a erguer-se
E os barcos vão passando
mais um
E outro ainda. As pessoas vão-se acumulando de um e do outro lado do tabuleiro
Não há mais barcos de momento. Lentamente...
começa a baixar
E voltou a ser a ponte pedonal
As gaivotas fazem guarda ao passado na forma da caravela.
E regressam os barcos. Agora está maré-cheia
Reparem nesta imagem. O barco está ao nível da Avenida. Só a muralha impede as águas de avançarem.
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02/07/2016
ZANZANDO POR LISBOA - MUSEU ARQUEOLÓGICO DO CARMO
No interior, a abside tem quatro tramos definidos por pilastras e arcos da abóbada, em tijoleira, rasgada por janelas de lunetas, que reforçam a existência de duas ordens de lumes. Os absidíolos apresentam abóbadas de aresta, com bocetes decorados, que se apoiam em colunas adossadas às paredes laterais. Eis algumas fotos.
Túmulo gótico de D. Fernando I
Foto de Joaquin Duarte.
Reparem como é belo.
Túmulo da rainha D. Maria I
E eis aqui a maqueta da Igreja original. Vista do lado por onde entrámos e pelo lado onde estamos agora
Reprodução em madeira, do túmulo de D. Nuno Álvares Pereira, esculpido em alabastro e destruído pelo terramoto de 1755. Igreja S. Vicente de Fora, Lisboa. Século XVIII
Painel Azulejar Barroco, Manuel dos Santos, Seminário de S. Francisco em Lisboa, séc. XVIII. Representação da crucificação do Senhor.
As informações foram retiradas no próprio museu excepto a
da primeira foto, que recolhi neste site
O próximo post só para Agosto. Boas Férias
23/06/2016
ZANZANDO POR LISBOA - RUÍNAS DO CARMO
Este é talvez o melhor local de Lisboa para as gerações actuais terem uma ideia do que foi o terramoto de 1755. Mas apesar disso o edifício com os seus magníficos arcos a céu aberto, acabou por ficar interessante assim mesmo.
O local abriga hoje, o Museu Arqueológico do Carmo , abrigando peças do paleolítico e neolítico em Portugal, uma biblioteca com livros raros, uma miniatura da igreja antes do terramoto, duas múmias peruanas e túmulos góticos, incluindo o de D. Fernando II. O espaço fechado não é grande mas é muito interessante. Por agora vou mostrar-vos a parte exterior
Reparem na beleza destas gárgulas.
19/06/2016
ZANZANDO POR LISBOA
Hoje vou mostrar-vos um monumento que segundo as estatísticas, não é dos mais visitados em Lisboa, mas que vale bem a visita. Para quem vive em Lisboa, se reparar nesta paisagem (cliquem em cima para verem melhor) vão ver o castelo de S. Jorge na colina em frente. Logo eu estou precisamente na colina do Carmo. Já adivinharam que monumento vamos ver? É isso. O Convento do Carmo
Voltando as costas ao Castelo, tenho na minha frente esta bela porta. Fechada? Não a entrada é pelo Largo do Carmo . Vamos lá. Mas antes antes olhem lá para cima...
Uma janela a céu aberto? Adivinharam. Afinal esta arquitectura são as ruínas do monumento.
Quando entramos deparamos-nos com um lance de escadas e esta magnífica vista a céu aberto. A sua construção foi iniciada em 1389, por ordem de D. Nuno Álvares Pereira em cumprimento de uma promessa, pela vitória na batalha de Aljubarrota. Em 1414 em sofrimento pela morte da filha, ele mesmo decide recolher a este convento, depois de doar todos os seu bens aos netos.
Impressionante a altura destas colunas. Compreende-se que tenha sido o principal monumento de raiz gótica da cidade de Lisboa. Terá sido uma igreja de 3 naves, de cabeceira composta por uma abside central rodeada por dois absidíolos de cada lado, ou seja, uma abobada semi circular central rodeada por duas mais pequenas. Este tipo de construção não é muito vulgar nos nossos monumentos medievais, porém não é exclusiva desta Igreja, pois podemos observá-la, nos conventos dos Franciscanos e das Clarissas em Santarém, e dos Dominicanos em Elvas e Batalha.
Mas porque é que este monumento se encontra neste estado? Se pensaram no Terramoto de 1755, acertaram. Como todos sabem, o terramoto que muitos historiadores dizem ter sido o mais intenso de toda a Europa ao longo dos séculos, destruiu praticamente toda a cidade, porque o que o terramoto deixou de pé, o tsunami que se seguiu, levou. Esta Igreja, situada no alto de uma colina, terá sido poupada ao tsunami. Porém o terramoto ocorreu como sabem no 1º de Novembro, dia de todos os Santos. O povo português sempre foi muito religioso, e nesse dia reverenciava os seus finados, pelo que as igrejas estavam cheias de velas acesas pelas alminhas dos que já tinham partido. Daí que depois do terramoto se tenha propagado um incêndio de grandes dimensões, que por exemplo neste convento tenha consumido mais de 5000 exemplares literários que compunham a sua biblioteca. Ou seja, onde não chegou o Tsunami, chegou o fogo.
Repararam que na nave lateral do lado esquerdo as janelas se encontram em perfeito estado? Pois esta nave é a que dá para o corpo do convento, posteriormente reconstruído, e desde a extinção das ordens religiosas em 1834, ocupado por forças militares.
E por hoje fico por aqui. Fiquem atentos que vou continuar a "zanzar" por aqui.
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