Vir passear comigo? Ao longo de três ou quatro postagens, vou mostrar-vos um tesouro da nossa história. Não vos vou dizer onde estou, pode ser que alguns reconheçam o local. De qualquer modo na última postagem mostrar-vos-ei a cidade onde estou. Pode ser que queiram ir até lá de visita e ver ao vivo, ou quem sabe até, de férias.
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14/01/2017
03/04/2016
ZANZANDO POR LAGOS - PARTE II
Cá está a classificação do Mercado de Escravos de que falei no post anterior Cliquem na foto para ampliarem e poderem ler.
O mesmo largo do Infante em frente à Igreja de Santa Maria, visto do lado da grande Avenida das Descobertas, que os lacobrigenses chamam apenas de Marginal. Lá está o Infante D. Henrique, voltado para a Meia-Praia, onde se realizou a missa campal antes das caravelas partirem. O Armazém que mostrei e de que falei no post anterior, e ainda bem visível a torre da Igreja de Santo António
Aqui foi há poucos anos construído este espaço de repuxos de água, agora apenas frequentado pelas gaivotas, mas que nos dias de calor de Verão alguns turistas aproveitam para se refrescar. Bem visíveis ao fundo as muralhas da cidade.
Longos bancos oferecem um pequeno descanso. Ao fundo o forte Ponta da Bandeira, também conhecido por Pau da Bandeira, ou Forte Nª Srª da Penha de França.
Construído na década de 1680 a 1690, defendia a cidade e o acesso ao cais.Na época de construção era uma das fortalezas mais importantes de todo o Algarve, com a sua planta quadrangular e baixa, pois aquelas guaritas redondas que existem nos cantos da fortaleza, não faziam parte do forte, só foram introduzidas nas obras de restauração em 1960. No interior existe uma capela seiscentista forrada a azulejos.. Foi neste forte que esteve o conde de Lippe o tal que regulamentou que os sargentos deviam saber ler e escrever correctamente, porque o oficial comandante por ser fidalgo podia não saber. Também segundo a lenda foi ele que enquanto esteve neste forte, mandou espalhar pela Meia-Praia as conquilhas que nesta cidade se chamam de Condelipas
Entrada nas muralhas, pelo arco de S. Gonçalo, onde está o oratório do Santo padroeiro de Lagos que
terá nascido na cidade em 1360, numa casa situada junto às portas do mar, no local onde em 1940 se construiu este oratório.
Pintura num muro, quando se sobe para a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, e Auditório Municipal, no parque Dr. Júdice Cabral, mais conhecidos entre os lacobrigenses por parque das freiras.
No início dessa mesma rua, uma casa a que acho imensa graça e que sempre me faz pensar numa casa de bonecas.
As fontes no largo das freiras e a entrada para o parque e Auditório Municipal
E aqui o temos. O Auditório Municipal.
30/03/2016
ZANZANDO POR LAGOS
Inicio hoje uma série de imagens de uma cidade de que gosto muito. A cidade onde o-mais-que-tudo nasceu e onde passo férias há cinquenta anos.
Mesmo quando vou para outros sítios nas férias alguns dias do ano, sempre passo em Lagos, para recarregar baterias.
Nunca porém lá tinha estado na época pascal. Fui surpreendida com esta exposição de cruzes
muito belas, no largo em frente à Igreja de Santa Maria. Trabalho executado pelos alunos da escola Júlio Dantas.
cliquem nas fotos para observarem melhor.
Neste largo eram vendidos os escravos capturados em África.
A Igreja de Santa Maria, lá atrás. Do lado direito, o Armazém Regimental. Data de 1665, e servia para guardar as riquezas que as caravelas traziam de África
Altar-mor da Igreja de Santa Maria de Lagos. A Igreja data de 1498, mas sofreu restauros e ampliações no século XVII.
Na lateral, o altar de Nossa Senhora da Piedade.
O tecto da igreja em madeira trabalhada da segunda metade do século XVIII
E por hoje fico por aqui. Espero que gostem
Mesmo quando vou para outros sítios nas férias alguns dias do ano, sempre passo em Lagos, para recarregar baterias.
Nunca porém lá tinha estado na época pascal. Fui surpreendida com esta exposição de cruzes
muito belas, no largo em frente à Igreja de Santa Maria. Trabalho executado pelos alunos da escola Júlio Dantas.
cliquem nas fotos para observarem melhor.
Neste largo eram vendidos os escravos capturados em África.
Neste edifício que fotografei uma noite, em Agosto passado, e que agora está em obras, provavelmente o primeiro em toda a Europa, que tem gravadas as armas do Marquês de Nisa.
O primeiro andar funcionava como prisão.
Pormenores da fachada do Armazém Regimental, que ostenta as armas do Reino do Algarve e a chancela do conde de Avintes.
Na lateral, o altar de Nossa Senhora da Piedade.
O tecto da igreja em madeira trabalhada da segunda metade do século XVIII
E por hoje fico por aqui. Espero que gostem
07/10/2014
LA ALCAZABA - MÁLAGA
Ir a Málaga (Espanha) e não visitar a fortaleza de La Alcazaba, é como ir a Lisboa e não ver os Jerónimos.
A fortaleza data do século VIII, apesar de que grande parte da
estrutura pertence à metade do século XI. Se entra através da porta
conhecida como a Porta do Cristo, onde se celebrou a primeira missa
depois da tomada de Málaga pelos cristãos.
Vários ângulos do exterior
A fortaleza constitui um dos museus militares mouros melhor preservados
na Espanha. Fez parte do sistema defensivo da Málaga árabe e esteve
unida às muralhas da cidade, já desaparecidas.
A Alcazaba constitui-se sobre uma dupla muralha e torres retangulares.
Desde a rampa de acesso que faz zig zag e começa na rua Alcazabilla,
você poderá apreciar como a parede de tijolo que ainda resta “escala” a
montanha.
Logo depois de cruzar o Arco do Cristo, se pode apreciar os jardins árabes com maravilhosas fileiras de vegetação cobertas por buganvillas, jasmins e madresilvas.
Portas fortificadas, decoradas com colunas e capitéis romanos vão marcando o agradável passeio. Este labirinto de entradas e recôncavos torna o longo caminho a percorrer ainda mais divertido.
Uma vez estando na parte alta da muralha, não há como perder as
atrativas vistas da cidade de Málaga e o porto. Finalmente, aproveite o
máximo de sua visita à fortaleza indo ao museu arqueológico, o teatro
romano e o castelo de Gibralfaro.
Pormenor do interior de uma sala
As fotos são minhas, o texto é quase na totalidade DAQUI
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